Na manhã seguinte, Margarida acordou com o Sol em seu rosto, foi até a água para molhar os pés e o rosto, retornando para a calçadão, onde caminhava e procurava um policial.
Encontrou dois policiais fazendo ronda em sua viatura, fez sinal para eles e contou sobre o ocorrido.
Os policiais mandou que ela entrasse na viatura para fazer o B.O na delegacia. No caminho, os policiais recebem um rádio e são solicitados para auxiliar uma outra viatura que estava em perseguição com assaltantes.
Margarida ouviu e falou que desceria do carro e andaria até a delegacia, entretanto, foi avisada que antes de irem ao auxílio, a deixariam no local.
Chegaram na delegacia e Margarida notou que só havia o delegado. Ela desceu e os policiais seguiram para seu destino, Margarida ficou sozinha com o delegado que a mandou esperar pelo escrivão.
Um tempo depois, ele a mandou continuar sua espera na sua sala e quando ela se negou, estranhando a atitude, ele foi autoritário.
Margarida entrou na tal sala e viu a autoridade policial trancá-la, mandando-a sentar em sua mesa.
Quando Margarida sentou-se, o delegado chegou muito próximo dela e puxando seu cabelo, a fez olhar para cima e roubou-lhe um beijo. Margarida com medo e assustada, tentou empurrá-lo, mas, como não conseguiu por ser fisicamente mais fraca, mordeu seu lábio.
O delegado reclamou e deu um tapa no rosto dela, então derrubou as coisas de sua mesa, a colocou em cima e a estuprou.
Durante todo o momento, dizia que a culpa era dela por ser tão bonita e sensual, enquanto, Margarida pensava que aquele que deveria protegê-la, estava violentando-a e isso parecia mais surreal do que ter sofrido o acidente, ficado em coma e descoberto que era filha do vizinho.
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